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Araxá / MG -
Clarim

16/01/2017, às 08:41:40

Zupo lança coletânea de novelas

 

O  juiz e escritor Renato Zupo lança sua coletânea de novelas o "Monstruário - o Bestiário da Maldade", através da Editora Livro Novo. Este  Projeto é  realizado pelo Ministério da Cultura através da Lei de Incentivo à Cultura com patrocínio da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM). As histórias contadas no Monstruário são de hiper-realidade, ressaltando o gótico (sul) americano tão querido do autor. Tratam de pessoas comuns, que poderíamos ser nós, nossos parentes e vizinhos, mas todas com uma peculiaridade: a psicopatia. São pessoas extremamente, intensamente, más, e nas novelas da obra perpetram crimes insanos, bárbaros, curiosíssimos. As histórias contadas povoam a mente do leitor de assassinos, serial killers, gente que nutre intenso ódio de seu semelhante, da raça humana - e demonstram que a maldade humana não tem, mesmo limites. O projeto Monstruário tem duração de seis meses e será lançado em Araxá e Brasília.


Curiosamente, o autor situa as novelas do "Monstruário" na década de 1.980, a última sem fax, internet, emails, redes sociais. Conta histórias da época da máquina de escrever, da dureza financeira da classe média emergente, dos cigarros, das máquinas de escrever, dos telefones fixos. Dá um mergulho fantástico em nosso passado próximo para demonstrar que as coisas mudam sempre, e muito, mas as mazelas do ser humano permanecem incólumes ao transcurso do tempo. O autor é juiz de direito e criminalista fazem quase vinte anos. Também desenvolve trabalhos acadêmicos, ensaios, colunas para jornais, blogs e videoblogs, apresentador do programa Entretanto e também palestrante. Utiliza sua  experiência profissional na sua obra de ficção, composta até aqui de três obras: dois romances, Verdugo e Rio da Lua, e uma coletânea de novelas recém lançada, "Monstruário - o Bestiário da Maldade".

Em suas obras sempre procura destacar o lado humano dos crimes e criminosos. Em "Verdugo" parte de estudos que realizou na magistratura criminal, como Juiz de Direito: sempre procurou saber, ao longo de milhares de processos que solucionou, por quê o homem mata. E descobriu que todos somos capazes de matar, mesmo o mais equilibrado dos seres. Basta para tanto que sejamos provocados ao extremo. Em seguida o autor publicou Rio da Lua. No novo romance, explora o suicídio, o candomblé, as ciências ocultas. Faz um profundo mergulho na estética e nos segredos do suicídio ao narrar estranhas mortes ocorridas no interior de Minas Gerais, a cidade de "Rio da Lua", que dá nome ao romance e é fictícia.

Rio da Lua lançou não somente no Brasil, mas também na Europa, para público lusófono - falante de português. Foi a escolas de português brasileiro, centros de cultura brasileira, universidades e consulados do Brasil na Itália, Suíça, Espanha e Portugal, divulgou por lá nossa cultura e trouxe como bagagem muita história para contar. E como gosta de contar histórias, esse moço...

 
 
 
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